Últimos dias. Quer divulgar os resultados das eleições no seu site de campanha?

JMT Websolutions está em parceria com o TSE pra mostrar os resultados oficiais das Eleições 2010. Caso haja interesse na divulgação destes no seu site de campanha, entre em contato conosco. Não haverá cobrança financeira alguma pelo serviço.

Divulgação de resultados eleições 2010
Divulgação de resultados eleições 2010

No dia 19 de Agosto, foi feita a última reunião técnica com orientações com relação ao contrato de parceria entre a Justiça Eleitoral e as Empresas de Comunicação para divulgação de resultados segundo a resolução 23.128.

Ver mais informações no site do TSE

Quer divulgar os resultados das eleições no seu site de campanha?

JMT Websolutions está em parceria com o TSE pra mostrar os resultados oficiais das Eleições 2010. Caso haja interesse na divulgação destes no seu site de campanha, entre em contato conosco. Não haverá cobrança financeira alguma pelo serviço.

Divulgação de resultados eleições 2010
Divulgação de resultados eleições 2010

No dia 19 de Agosto, foi feita a última reunião técnica com orientações com relação ao contrato de parceria entre a Justiça Eleitoral e as Empresas de Comunicação para divulgação de resultados segundo a resolução 23.128.

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Dicas básicas para a criação de perfil público em redes sociais.

Perfil público em redes sociais
Perfil público em redes sociais

 

1 – Represente os ideais que você segue. Opere sob um código de conduta. Isso quer dizer que suas idéias tem de ser sincronizada através de todas as redes sociais que você faz parte. 

2 – Observe o comportamente cultural dentro de cada rede social sua e distribua suas idéias de acordo. 

3 – Retribua e reconheça as contribuições do seus seguidores e/ou amigos. 

4 – Não grude nos seus amigos. Há uma linha tênue entre comunicação e assédio, e você a atravessa caso bombardeia seus contatos com milhões de mensagens. Use o bom senso. 

5 – Não se limite a apenas uma rede social. Experimente outras redes e faça uma integração entre elas. Além de ter mais espaço na internet e ocupá-lo mais rapidamente, haverá mais oportunidades de encontrar contatos importantes. 

6 – Siga a gramática. Não use uma linguagem confusa como “ExXxToou IinnNDdoohhw ;**.” Até “vc” e/ou “naum” não estão sendo tão tolerados quanto antigamente. 

7 – Em microblogs como Twitter ou Jaiku, onde a comunicação é rápida, responda seus contatos o mais rápido possível. Se você demora muito, o outro provavelmente esquece o assunto. Caso você demore a dar um “@” ao seu contato, faça um comentário referente ao assunto. 

8 – Mostre seu rosto. Um perfil de Facebook, Twitter ou Orkut é muito mais confiável e firme se a face for mostrada.Um perfil com a foto do Goku ou do Homem de Ferro não é lá muito confiável. 

9 – Informe-se. Leia sobre as redes sociais das quais você faz parte. Recursos e novas funcionalidades aparecem a cada dia e se manter atualizado onde suas informações pessoais estão armazenadas é bem conveniente. 

10 – Fique offline: comunicação através de e-mails, replys, atualizações de status e mensageiros instantâneos é muito bom, mas ainda não é melhor do que uma conversa olho a olho começando com um firme aperto de mão. 

Facebook – Atinge 500 milhões de usuários

O Facebook anunciou nesta quarta-feira que atingiu a marca de 500 milhões de usuários em todo o planeta. É a maior rede social do mundo, uma comunidade superior ao número de usuários de internet na China, que tem 420 milhões de pessoas. Confira no gráfico, a curva de crescimento da rede. 

Facebook atinge 500 milhões de usuários no planeta
Facebook atinge 500 milhões de usuários no planeta

 

Nascida em 2003 a partir do projeto de Mark Zuckerberg, um estudante da Universidade de Harvard, o Facebook virou tema de estudos, teses e teorias. Uma das obras mais populares sobre o assunto, o livro The Facebook Effect: The Inside Story of the Company That is Connecting the World, de David Kirkpatrick, arrisca um palpite para explicar seu sucesso – argumento que, aliás, é defendido também por Zuckerberg: “Compartilhar informações e tornar a vida pública nos faz pessoas melhores”. Há quem discorde do jovem, hoje com 26 anos. No entanto, é certo que mais de 500 milhões de usuários da internet compartilham da opinião. 

Sérgio Valente, presidente da agência DM9DDB, acrescentas mais razões para o sucesso – em especial no mercado dos Estados Unidos. Para ele, os americanos estão habituados a interagir, principalmente no meio acadêmico. A cultura da fraternidade, explica o executivo, impulsionou o Facebook, primeiro entre as universidades e colégios, depois entre o público que terminava sua graduação. “Eu mesmo entrei na rede há seis anos, enquanto estudava em Harvard. A minha turma decidiu montar um grupo no Facebook e todo mundo achou que seria interessante fazer parte da rede”. 

Para Andre Deak, professor e diretor da empresa de estratégia de comunicação digital FLi Multimídia, os números impressionantes do Facebook sugerem que a internet é, de alguma forma, uma grande rede social. “As pessoas estão buscando notícias e tirando dúvidas nas redes, e isso pode ser uma tendência bastante significativa para o restante da web”, explica. 

Fernando Taralli, presidente da Energy, agência do Grupo Newcomm, encontra na tecnologia o segredo do sucesso do Facebook. Para ele, a rede desenvolvida por Zuckerberg possui as melhores funcionalidades. Além de ser uma plataforma aberta, que pode ser usada como base para milhares de desenvolvedores em todo o mundo na criação de aplicativos e ferramentas, a rede foi amplamente distribuída em diferentes canais (sites, blogs) e ganhou uma versão para celular, que permite aos seus usuários conexão 24 horas por dia, sete dias por semana. 

Brasil – Com números expressivos em várias partes do mundo, surge uma indagação: por que a rede de Zuckerberg ainda tem presença tímida no Brasil? Estimativas não oficiais apontam que 4,6 milhões de pessoas no país fazem parte da comunidade on-line, ante aproximadamente 50 milhões que estão interagindo pelo Orkut, o site de relacionamento mais popular do Brasil. 

Deak aponta peculiaridades locais para explicar isso. “O Orkut já se tornou uma rede social consolidada no Brasil. É difícil agora esperar que as pessoas aprendam a usar outra rede, com novas regras e interface”, diz. “É uma situação parecida com a que acontece com o Windows: apesar de existirem softwares livres, os usuários foram ‘alfabetizados’ pelo sistema operacional da Microsoft e se sentem confortáveis com ele”. 

Para Gian Giardelli, especialista em mídia digital, o Facebook não cresce no país por uma única razão: seu principal concorrente, o Orkut, foi responsável por um processo importante de inclusão social – e não digital. “As pessoas usam a rede como telefone, para se conectar, por meio dos scraps”, diz. “Além disso, os usuários publicam lá suas fotos e ficam com receio de migrar para outra rede e perder seus amigos”. 

Já Valente acredita que o obstáculo é mesmo o formato da rede. “O Facebook surgiu para que grupos debatessem assuntos de interesse comum”, aposta. “Já o Orkut foi desenvolvido para que as pessoas se expusessem na rede e fizessem amigos, uma característica universal da nossa cultura”. 

fonte: http://veja.abril.com.br/

Políticos transformam internet em arma de campanha (2006)

ISSO NO 2006, GRANDE NELSON DE SÁ

Sem showmícios, outdoors, cartazes e faixas de rua, camisetas e bonés, a campanha eleitoral de 2006 tem os muros e a televisão. E a internet.

Neste ano eleitoral, no Brasil como nos EUA, “o cálice sagrado” que os políticos buscam é como tornar a internet uma arma de persuasão, diz o blogueiro americano Jerome Armstrong, dito “The Blogfather”, do MyDD.com.

Ele foi a âncora da campanha de Howard Dean, há três anos, paradigma da incorporação da web pela democracia representativa, e cunhou a expressão “netroots”, para designar o ativismo político de “raiz” organizado via internet.

Nos EUA, o fenômeno acontece de baixo para cima, das “raízes” para o marketing de campanha. No Brasil, como se vê nos sites de candidatos e partidos, a “idéia fora de lugar” salta etapas, do marketing de campanha para a rede, de cima para baixo.

No ar, os sites de Lula, Geraldo Alckmin, Heloísa Helena, José Serra e Aloizio Mercadante incorporam mecanismos de interação e tecnologia de ponta, dos vídeos ao blog de candidato, mas pouco se encontra de ligação com o ativismo pré-existente na internet.

Ativismo que enredou e estabeleceu movimentos como aqueles vinculados ao Fórum Social Mundial, à esquerda, e ao “não” vitorioso no referendo sobre porte de armas, à direita.

Conexões

Carlos Bottesi, professor de Redes Convergentes na Unicamp, conta a história de um candidato a vereador com “uma proposta muito simples”, dois anos atrás em Campinas: “resgatar a dignidade dos animais de rua”.

A partir dela, o político criou uma “rede de conexões” pela internet, com e-mails e outros mecanismos –e, sem televisão, terminou como o mais votado.

A história exemplifica como, na internet, o que importa é a rede que se forma. “A Igreja Católica, os sindicatos, os partidos sempre foram ações em rede”, diz Bottesi, também professor de Novos Espaços Políticos do MBA em marketing político da ECA-USP.

“No momento, a internet é ferramenta indispensável para ampliar as ações em rede.”

Vale para igrejas e políticos como vale para qualquer cidadão. Blogs coletivos e mensagens de celular mobilizaram, no final de 2005, as manifestações –e os ataques violentos– dos jovens franceses.
Sites interativos de mídia independente organizaram os atos de Seattle e Gênova. Correntes de mensagem de texto, por e-mail e instrumentos tipo “messenger”, teriam criado a rede do “não” no referendo das armas.

Voto nulo e transparência

No momento, no Brasil, uma das redes políticas mais atuantes, fora das instituições, é a do voto nulo, que começou em blogs como Voto Nulo de Protesto e [10 anos a 1000], hoje praticamente inativos, e se espalhou viralmente pela blogosfera, chegando até aos mais estabelecidos.

Uma rede contrária ao voto nulo, registre-se, também já se formou, em blogs e comunidades de Orkut, estabelecendo um confronto on-line que alcança dezenas de endereços, de ambos os lados.

Outra rede que busca se firmar, externamente às instituições pré-existentes, é aquela em torno da organização Transparência Brasil (www.transparencia.org.br)

NELSON DE SÁ
Colunista da Folha de S.Paulo

Dilma lança blog, Orkut, Facebook e Flickr

A pré-candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, lançou nesta segunda-feira seu blog pessoal e seu perfil no Orkut, no Flickr e no Facebook. A empreitada na web acontece depois que seu rival nas urnas, o tucano José Serra, instalou telões na oficialização de sua pré-candidatura para receber mensagens do eleitorado e distribuiu o seu Twitter entre militantes do PSDB.

Dilma optou por aderir a um modelo mais próximo de um diário eletrônico para não ser acusada de fazer propaganda eleitoral fora de época. De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os candidatos podem desenvolver endereços na web direcionados à campanha somente a partir de 6 de julho.

O blog de Dilma traz a biografia da pré-candidata, fotos, artigos e propostas. O vermelho, cor de seu partido, é a tonalidade predominante do ambiente virtual.

Parabens Dilma, bem vida ao mundo dos internautas!

TSE libera debates na internet antes da oficialização das candidaturas

As regras ficam a cargo dos veículos, desde que respeitem participação igualitária dos convidados. 

TSE aproba debates
TSE aproba debates

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou os debates na internet e em jornais impressos antes da oficialização das candidaturas pela Justiça Eleitoral. O prazo para o registro dos candidatos termina no dia 5 de julho. A decisão de desta quarta-feira foi baseada na consulta pública do deputado Miro Teixeira (PDT- RJ) que pedia esclarecimentos sobre a participação de candidatos e pré-candidatos em debates na internet. O plenário deixou a cargo dos veículos de comunicação as regras para a participação dos candidatos nos debates eleitorais, desde que todos os convidados sejam tratados de maneira igualitária. A transmissão ao vivo pela internet dos debates também foi liberada. Segundo o ministro Marco Aurélio Mello, também relator da consulta pública, esse tipo de debate não vai caracterizar propaganda eleitoral antecipada. “Os debates visam ao esclarecimento geral quanto ao perfil de candidatos e pré-candidatos”, justificou. 

Fonte : Agencia Brasil

Alcance de redes sociais no Brasil é maior que em outros países

O Brasil é um dos países com maior adoção de redes sociais em todos o mundo. O País lidera a lista de países com mais usuários que visitam redes sociais, em proporção ao número total de internautas. O estudo da consultoria Nielsen foi feito com 10 países – incluindo Estados Unidos, França e Alemanha – e mostra que 86% dos usuários ativos de internet no Brasil usam algum tipo de rede social. Em média, eles passaram cerca de cinco horas navegando nesse tipo de site durante o mês de abril. Reprodução  

Redes sociais no Brasil
Redes sociais no Brasil

 

Orkut estimulou acesso a redes sociais no Brasil O Orkut foi um dos sites que ajudou a popularizar as redes sociais no Brasil. O Google lançou a versão brasileira do site em 2004 e, em setembro de 2005, metade dos brasileiros ativos na internet já havia se conectado ao Orkut. Apesar disso, os usuários da Austrália lideram em tempo gasto nas redes sociais, com mais de sete horas de navegação em abril. Em terceiro e quarto lugar aparecem Itália e Estados Unidos, onde os usuários navegaram cerca de seis horas e meia nas redes sociais no mesmo período. Em outros países, o Facebook alavanca a audiência em redes sociais. Na Itália, a rede social capturou dois terços dos usuários ativos em abril. Em contrapartida, os japoneses são os que menos acessam o Facebook, com audiência e tempo gasto menores do todos os 10 países analisados. O Brasil aparece na penúltima posição: aqui, somente 26% dos usuários ativos visitaram o site em abril.