Banda larga para todos!

Brasileiros terão plano de internet 1Mbps por R$ 29,90!

A operadora de telefonia móvel Claro anunciou que também fará parte do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga). A empresa irá fornecer um plano popular de internet com velocidade de 1 Mbps (Megabit por segundo) pelo valor de R$ 29,90, já com impostos inclusos.

De acordo com a Agência Brasil, o presidente da Claro, Carlos Zenteno, afirmou em reunião com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, na última quarta-feira (24), que o serviço estará disponível pelo mesmo preço em todas as cidades onde a empresa está presente.

Para acessar o plano, o consumidor deverá adquirir um modem, que terá custo separado da mensalidade. Segundo o presidente da empresa, atualmente a Claro atende 515 municípios com internet 3G e a expectativa é de 1017 cidades até o fim do ano.

A assessoria de imprensa da empresa não soube informar o valor do modem e nem quando, exatamente, o serviço será disponibilizado.

Outros planos
Outra operadora de telefonia móvel que também aderiu ao Plano foi a TIM, que passa a fornecer o plano popular a partir de setembro. O acesso também será para velocidade de 1 Mbps, por R$ 35 mensais.

As primeiras cidades a receberem o plano serão Samambaia e Recanto das Emas, no Distrito Federal, além de Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto, em Goiás.

fonte: defatoonline.com.br

Encontro na Câmara vai debater censura em internet

As ameaças de censura nas redes sociais da internet e à liberdade de expressão comercial. Essas são duas das discussões pautadas para os debates da 6.ª Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão, promovida pelo Instituto Palavra Aberta e a Câmara dos Deputados, marcado para esta terça-feira. A discussão sobre a liberdade na internet é uma novidade nos debates da conferência.

O uso da internet para organizar e promover manifestações sociais e a reação dos governos a essa ferramenta impôs a discussão sobre a liberdade nas redes sociais. Patrícia Blanco, presidente executiva do Palavra Aberta, que participará da abertura da conferência, diz que o assunto ganhou relevância a partir das mobilizações registradas na Primavera Árabe, principalmente no Egito e na Líbia, e, há algumas semanas, em Londres, onde os manifestantes combinaram por meio das redes sociais uma série de saques e depredações.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, está discutindo a possibilidade de o governo intervir em alguns serviços de internet, bloqueando a comunicação. “Essa medida nada mais é que uma censura e pode gerar uma crise. Temos muito que discutir sobre como fazer com que a liberdade nas redes sociais não vá para o lado negativo e que não haja nenhum risco para restringir o direito”, disse Patrícia em depoimento ao site do instituto.

Censura. A censura judicial imposta ao Estado estará mais uma vez em debate, assim como as ameaças de mais de 200 projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional e que tentam restringir de alguma forma a liberdade de expressão. “As propostas, em sua maioria, focam na liberdade de expressão comercial, que trata do direito das empresas de anunciar seus produtos. O consumidor pode e deve ter acesso a informações e não cabe aos parlamentares regulamentar a atividade”, diz Patrícia Blanco.

Além da presidente do Palavra Aberta, participam da abertura do evento o presidente da Câmara Marco Maia (PT-RS), a ministra Helena Chagas (Comunicação Social) e José Roberto Whitaker Penteado, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Painéis.Os dois painéis, com palestrantes e debatedores, são “Avanços e Desafios na Liberdade de Expressão no Brasil” e “Desafios da Liberdade de Expressão na Era da Internet”. Os painéis terão como palestrantes e debatedores o diretor de Conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour; os colunistas do Estado Eugênio Bucci e Fernando Gabeira; o jornalista do caderno Link, Alexandre Matias; os deputados federais Manuela D’Ávila (PC do B-RS) e Eduardo Gomes (PSDB-TO); além de Fernando Rodrigues, jornalista da Folha de S. Paulo, a mestre em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) Taís Gasparian e o professor da ESPM Emmanuel Publio Dias.

fonte: www.estadao.com.br

Últimos dias. Quer divulgar os resultados das eleições no seu site de campanha?

JMT Websolutions está em parceria com o TSE pra mostrar os resultados oficiais das Eleições 2010. Caso haja interesse na divulgação destes no seu site de campanha, entre em contato conosco. Não haverá cobrança financeira alguma pelo serviço.

Divulgação de resultados eleições 2010
Divulgação de resultados eleições 2010

No dia 19 de Agosto, foi feita a última reunião técnica com orientações com relação ao contrato de parceria entre a Justiça Eleitoral e as Empresas de Comunicação para divulgação de resultados segundo a resolução 23.128.

Ver mais informações no site do TSE

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JMT Websolutions está em parceria com o TSE pra mostrar os resultados oficiais das Eleições 2010. Caso haja interesse na divulgação destes no seu site de campanha, entre em contato conosco. Não haverá cobrança financeira alguma pelo serviço.

Divulgação de resultados eleições 2010
Divulgação de resultados eleições 2010

No dia 19 de Agosto, foi feita a última reunião técnica com orientações com relação ao contrato de parceria entre a Justiça Eleitoral e as Empresas de Comunicação para divulgação de resultados segundo a resolução 23.128.

Ver mais informações  no site do TSE

Dicas básicas para a criação de perfil público em redes sociais.

Perfil público em redes sociais
Perfil público em redes sociais

 

1 – Represente os ideais que você segue. Opere sob um código de conduta. Isso quer dizer que suas idéias tem de ser sincronizada através de todas as redes sociais que você faz parte. 

2 – Observe o comportamente cultural dentro de cada rede social sua e distribua suas idéias de acordo. 

3 – Retribua e reconheça as contribuições do seus seguidores e/ou amigos. 

4 – Não grude nos seus amigos. Há uma linha tênue entre comunicação e assédio, e você a atravessa caso bombardeia seus contatos com milhões de mensagens. Use o bom senso. 

5 – Não se limite a apenas uma rede social. Experimente outras redes e faça uma integração entre elas. Além de ter mais espaço na internet e ocupá-lo mais rapidamente, haverá mais oportunidades de encontrar contatos importantes. 

6 – Siga a gramática. Não use uma linguagem confusa como “ExXxToou IinnNDdoohhw ;**.” Até “vc” e/ou “naum” não estão sendo tão tolerados quanto antigamente. 

7 – Em microblogs como Twitter ou Jaiku, onde a comunicação é rápida, responda seus contatos o mais rápido possível. Se você demora muito, o outro provavelmente esquece o assunto. Caso você demore a dar um “@” ao seu contato, faça um comentário referente ao assunto. 

8 – Mostre seu rosto. Um perfil de Facebook, Twitter ou Orkut é muito mais confiável e firme se a face for mostrada.Um perfil com a foto do Goku ou do Homem de Ferro não é lá muito confiável. 

9 – Informe-se. Leia sobre as redes sociais das quais você faz parte. Recursos e novas funcionalidades aparecem a cada dia e se manter atualizado onde suas informações pessoais estão armazenadas é bem conveniente. 

10 – Fique offline: comunicação através de e-mails, replys, atualizações de status e mensageiros instantâneos é muito bom, mas ainda não é melhor do que uma conversa olho a olho começando com um firme aperto de mão. 

Facebook – Atinge 500 milhões de usuários

O Facebook anunciou nesta quarta-feira que atingiu a marca de 500 milhões de usuários em todo o planeta. É a maior rede social do mundo, uma comunidade superior ao número de usuários de internet na China, que tem 420 milhões de pessoas. Confira no gráfico, a curva de crescimento da rede. 

Facebook atinge 500 milhões de usuários no planeta
Facebook atinge 500 milhões de usuários no planeta

 

Nascida em 2003 a partir do projeto de Mark Zuckerberg, um estudante da Universidade de Harvard, o Facebook virou tema de estudos, teses e teorias. Uma das obras mais populares sobre o assunto, o livro The Facebook Effect: The Inside Story of the Company That is Connecting the World, de David Kirkpatrick, arrisca um palpite para explicar seu sucesso – argumento que, aliás, é defendido também por Zuckerberg: “Compartilhar informações e tornar a vida pública nos faz pessoas melhores”. Há quem discorde do jovem, hoje com 26 anos. No entanto, é certo que mais de 500 milhões de usuários da internet compartilham da opinião. 

Sérgio Valente, presidente da agência DM9DDB, acrescentas mais razões para o sucesso – em especial no mercado dos Estados Unidos. Para ele, os americanos estão habituados a interagir, principalmente no meio acadêmico. A cultura da fraternidade, explica o executivo, impulsionou o Facebook, primeiro entre as universidades e colégios, depois entre o público que terminava sua graduação. “Eu mesmo entrei na rede há seis anos, enquanto estudava em Harvard. A minha turma decidiu montar um grupo no Facebook e todo mundo achou que seria interessante fazer parte da rede”. 

Para Andre Deak, professor e diretor da empresa de estratégia de comunicação digital FLi Multimídia, os números impressionantes do Facebook sugerem que a internet é, de alguma forma, uma grande rede social. “As pessoas estão buscando notícias e tirando dúvidas nas redes, e isso pode ser uma tendência bastante significativa para o restante da web”, explica. 

Fernando Taralli, presidente da Energy, agência do Grupo Newcomm, encontra na tecnologia o segredo do sucesso do Facebook. Para ele, a rede desenvolvida por Zuckerberg possui as melhores funcionalidades. Além de ser uma plataforma aberta, que pode ser usada como base para milhares de desenvolvedores em todo o mundo na criação de aplicativos e ferramentas, a rede foi amplamente distribuída em diferentes canais (sites, blogs) e ganhou uma versão para celular, que permite aos seus usuários conexão 24 horas por dia, sete dias por semana. 

Brasil – Com números expressivos em várias partes do mundo, surge uma indagação: por que a rede de Zuckerberg ainda tem presença tímida no Brasil? Estimativas não oficiais apontam que 4,6 milhões de pessoas no país fazem parte da comunidade on-line, ante aproximadamente 50 milhões que estão interagindo pelo Orkut, o site de relacionamento mais popular do Brasil. 

Deak aponta peculiaridades locais para explicar isso. “O Orkut já se tornou uma rede social consolidada no Brasil. É difícil agora esperar que as pessoas aprendam a usar outra rede, com novas regras e interface”, diz. “É uma situação parecida com a que acontece com o Windows: apesar de existirem softwares livres, os usuários foram ‘alfabetizados’ pelo sistema operacional da Microsoft e se sentem confortáveis com ele”. 

Para Gian Giardelli, especialista em mídia digital, o Facebook não cresce no país por uma única razão: seu principal concorrente, o Orkut, foi responsável por um processo importante de inclusão social – e não digital. “As pessoas usam a rede como telefone, para se conectar, por meio dos scraps”, diz. “Além disso, os usuários publicam lá suas fotos e ficam com receio de migrar para outra rede e perder seus amigos”. 

Já Valente acredita que o obstáculo é mesmo o formato da rede. “O Facebook surgiu para que grupos debatessem assuntos de interesse comum”, aposta. “Já o Orkut foi desenvolvido para que as pessoas se expusessem na rede e fizessem amigos, uma característica universal da nossa cultura”. 

fonte: http://veja.abril.com.br/

Políticos transformam internet em arma de campanha (2006)

ISSO NO 2006, GRANDE NELSON DE SÁ

Sem showmícios, outdoors, cartazes e faixas de rua, camisetas e bonés, a campanha eleitoral de 2006 tem os muros e a televisão. E a internet.

Neste ano eleitoral, no Brasil como nos EUA, “o cálice sagrado” que os políticos buscam é como tornar a internet uma arma de persuasão, diz o blogueiro americano Jerome Armstrong, dito “The Blogfather”, do MyDD.com.

Ele foi a âncora da campanha de Howard Dean, há três anos, paradigma da incorporação da web pela democracia representativa, e cunhou a expressão “netroots”, para designar o ativismo político de “raiz” organizado via internet.

Nos EUA, o fenômeno acontece de baixo para cima, das “raízes” para o marketing de campanha. No Brasil, como se vê nos sites de candidatos e partidos, a “idéia fora de lugar” salta etapas, do marketing de campanha para a rede, de cima para baixo.

No ar, os sites de Lula, Geraldo Alckmin, Heloísa Helena, José Serra e Aloizio Mercadante incorporam mecanismos de interação e tecnologia de ponta, dos vídeos ao blog de candidato, mas pouco se encontra de ligação com o ativismo pré-existente na internet.

Ativismo que enredou e estabeleceu movimentos como aqueles vinculados ao Fórum Social Mundial, à esquerda, e ao “não” vitorioso no referendo sobre porte de armas, à direita.

Conexões

Carlos Bottesi, professor de Redes Convergentes na Unicamp, conta a história de um candidato a vereador com “uma proposta muito simples”, dois anos atrás em Campinas: “resgatar a dignidade dos animais de rua”.

A partir dela, o político criou uma “rede de conexões” pela internet, com e-mails e outros mecanismos –e, sem televisão, terminou como o mais votado.

A história exemplifica como, na internet, o que importa é a rede que se forma. “A Igreja Católica, os sindicatos, os partidos sempre foram ações em rede”, diz Bottesi, também professor de Novos Espaços Políticos do MBA em marketing político da ECA-USP.

“No momento, a internet é ferramenta indispensável para ampliar as ações em rede.”

Vale para igrejas e políticos como vale para qualquer cidadão. Blogs coletivos e mensagens de celular mobilizaram, no final de 2005, as manifestações –e os ataques violentos– dos jovens franceses.
Sites interativos de mídia independente organizaram os atos de Seattle e Gênova. Correntes de mensagem de texto, por e-mail e instrumentos tipo “messenger”, teriam criado a rede do “não” no referendo das armas.

Voto nulo e transparência

No momento, no Brasil, uma das redes políticas mais atuantes, fora das instituições, é a do voto nulo, que começou em blogs como Voto Nulo de Protesto e [10 anos a 1000], hoje praticamente inativos, e se espalhou viralmente pela blogosfera, chegando até aos mais estabelecidos.

Uma rede contrária ao voto nulo, registre-se, também já se formou, em blogs e comunidades de Orkut, estabelecendo um confronto on-line que alcança dezenas de endereços, de ambos os lados.

Outra rede que busca se firmar, externamente às instituições pré-existentes, é aquela em torno da organização Transparência Brasil (www.transparencia.org.br)

NELSON DE SÁ
Colunista da Folha de S.Paulo

Dilma lança blog, Orkut, Facebook e Flickr

A pré-candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, lançou nesta segunda-feira seu blog pessoal e seu perfil no Orkut, no Flickr e no Facebook. A empreitada na web acontece depois que seu rival nas urnas, o tucano José Serra, instalou telões na oficialização de sua pré-candidatura para receber mensagens do eleitorado e distribuiu o seu Twitter entre militantes do PSDB.

Dilma optou por aderir a um modelo mais próximo de um diário eletrônico para não ser acusada de fazer propaganda eleitoral fora de época. De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os candidatos podem desenvolver endereços na web direcionados à campanha somente a partir de 6 de julho.

O blog de Dilma traz a biografia da pré-candidata, fotos, artigos e propostas. O vermelho, cor de seu partido, é a tonalidade predominante do ambiente virtual.

Parabens Dilma, bem vida ao mundo dos internautas!