Cuba no exigirá la censura de tuits, según bloguero oficialista

El gobierno cubano no pediría a Twitter que censure ningún tuit. Así lo informó el bloguero oficialista Yohandry Fontana, quien afirma que esta medida la escuchó de un alto funcionario del Ministerio de la Informática y las Comunicaciones de ese país.

Como se sabe, la red de microblogging anunció que a partir de ahora bloqueará la publicación de ciertos mensajes en los países que lo requieran.

La fuente del blogger cubano es anónima por lo que no se puede asegurar que la isla en verdad no solicite la intromisión de Twitter. “A 90 millas de una potencia como Estados Unidos nosotros los cubanos necesitamos saber qué dicen los enemigos de la revolución, el estar bien informados nos permite prevenir acontecimientos”, refiere la fuente de Yohandry.

Por otra parte, mañana, sábado 28, los usuarios en Twitter dejarán de tuitear en una protesta para hacer que Twitter reflexione sobre la que consideran una absurda medida.

Twitter vai ajustar seu ‘censor’ de acordo com o país

O microblog Twitter anunciou nesta sexta-feira um mecanismo que irá bloquear algumas mensagens, de maneira seletiva, levando em conta o país em que elas podem ser exibidas.

Twitter vai ajustar seu ‘censor’ de acordo com o país
Twitter vai ajustar seu ‘censor’ de acordo com o país

Em seu blog, a empresa anunciou que poderia “reter conteúdo de usuários de um país específico”.

Mas disse também que o que for bloqueado em um país pode seguir disponível no restante do mundo. Até então, quando o Twitter decide apagar uma mensagem, ela desaparece em todo o mundo.

Expansão

A mudança vem à tona em um momento em que o site social está se expandindo para outros mercados globais.

A empresa explicou que esse crescimento internacional significa entrar em países que “têm idéias diferentes sobre liberdade de expressão” e citou como exemplos a França e a Alemanha, que vetam conteúdo pró-nazismo.

“Começando hoje, agora temos podemos reter conteúdo de usuários em países específicos – enquanto ele permanece visível no restante do mundo”, disse a empresa em seu blog.

“Ainda não usamos essa ferramenta, mas se e quando ela for necessária, vamos tentar alertar o usuário e vamos deixar claro que determinado tweet foi bloqueado.”

Críticas

A decisão foi criticada pelo grupo Repórteres Sem Fronteiras. “Essa medida pode permitir que o Twitter ou outras empresas na internet censurem conteúdos, criando riscos para a liberdade de informação e da imprensa.”

“Seria interessante perguntar para eles que tipo de pesquisa eles fizeram para mostrar que benefícios teríamos ao censurar tweets em alguns países. Isso é algo problemático mesmo ou eles estão sendo pressionados por certas organizações ou certos regimes, para que possam continuar a funcionar nesses lugares?”

Em resposta, o Twittter disse: “Nossas políticas e nossa filosofia em relação ao reconhecimento da liberdade de expressão não mudou. Este é simplesmente um esclarecimento sobre como respondemos a requisitos legais.”

Muitos usuários do Twitter também reclamaram da medida, com alguns destacando a possibilidade de um impacto negativo na liberdade de expressão, especialmente fora dos Estados Unidos.

Google+ adota medidas para competir com Facebook

Google+ adota medidas para competir com Facebook
Google+ adota medidas para competir com Facebook

O Google espera aumentar a base de usuários do Google+ diminuindo a idade mínima permitida para que uma pessoa faça um perfil em sua rede social para 13 anos. Anteriormente, o ingresso era limitado a maiores de 18 anos.

A mudança acompanha uma série de alterações nas políticas de segurança e uso do sistema de sites do Google, visando o crescimento da empresa. Nesta mesma semana, a empresa anunciou que irá permitir apelidos e pseudônimos nos perfis de seus serviços.

Para o vice-presidente de produtos da empresa americana, Bradley Horowitz, a mudança fará com que a rede social da gigante de buscas possa competir com o Facebook de igual para igual. 

Com informações do Geek.

Vídeo de fim de ano reúne artistas que apoiam o Megaupload

O clipe musical “Mega Song” foi retirado do ar após uma acusação de violação de direitos autorais pela Universal Music e republicado nesta semana.

Em um vídeo de fim de ano, celebridades apoiaram o site de compartilhamento de conteúdo Megaupload. O clipe musical chamado Mega Song chegou a ser removido do Youtube pela Universal Music, alegadamente, por infração a direitos autorais, de acordo com o portal Torrentfreak.

O vídeo, publicado no canal do fundador do Megaupload, Kim Schmitz, que foi preso hoje (20/01) na Nova Zelândia, voltou ao ar depois de uma ação movida pela empresa contra a Universal Music. Artistas como Will.i.am, P Diddy, Kanye West, Chris Brown, Serena Williams, entre outros, cantam a música, junto com o fundador do Megaupload.

O Megaupload foi retirado do ar ontem (19/01), por infração de direitos autorias da Universal Music. Em resposta à ação, o grupo de hackers Anonymous realizou ataques DDoS (Negação de Serviço) aos portais do FBI, do Departamento de Justiça dos EUA, da Universal Music, entre outros.

No clipe musical abaixo, republicado em 17/01, um dia antes dos protestos contra a censura na internet, a empresa informa que o site tinha 50 milhões de acessos por dia, o que representaria 4% dos internautas em todo o mundo.

Vídeo de fim de ano reúne artistas que apoiam o Megaupload

Fundador da Megaupload continua detido. Vergonha!

Fundador da Megaupload continua detido
Fundador da Megaupload continua detido

O fundador da página de downloads Megaupload continua em prisão preventiva e ainda não é conhecida, por parte do tribunal da Nova Zelândia, a decisão do pedido de liberdade provisória, o que deverá acontecer na terça ou quarta-feira.

Kim Dotcom, ou Schmitz, o seu nome verdadeiro, é acusado pelos Estados Unidos de estar à frente do maior portal de pirataria na Internet.

O FBI encerrou na passada quinta-feira a página da Megaupload e a investigação resultou na prisão de quatro pessoas, incluindo o fundador do site.

Juntamente com o fundador, foram detidos os alemães Finn Batato (chefe técnico do portal), Mathias Ortman (co-fundador do Megaupload) e o holandês Bram van del Kolk.

Aeroportos brasileiros terão wi-fi ilimitado

Serviço gratuito será oferecido nos 17 principais terminais do país a partir de março do ano que vem.

Aeroportos brasileiros terão wi-fi ilimitado
Aeroportos brasileiros terão wi-fi ilimitado

A internet sem fio gratuita será ilimitada nos 17 principais aeroportos do país a partir de março do ano que vem. Hoje, o wi-fi só é gratuito nos 15 minutos antes do embarque.

A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) tem 20 dias para contratar uma empresa de telefonia para prestar o serviço e garante que até março de 2012 os passageiros poderão se conectar gratuitamente antes de seus voos. A decisão vai valer para os principais aeroportos do Brasil.

O acesso só será gratuito no aeroporto de origem da viagem. Isso significa que o passageiro que vai de São Paulo ao Rio de Janeiro só poderá acessar a internet sem fio na capital paulista. Além disso, a internet ficará disponível apenas na área de embarque, depois do raio X.

Até julho, a conexão era paga em todos os aeroportos do Brasil. Após exigência da presidente Dilma Rousseff, durante as férias de julho um programa-piloto de wireless gratuito começou a valer, mas apenas por 15 minutos antes do embarque.

Rede social é principal motivo de uso da web por brasileiros

Uma pesquisa da Fecomércio-RJ/Ipsos divulgada recentemente revela que o percentual de brasileiros conectados à rede mundial de computadores passou de 27%, em 2007, para 48%, em 2011. Segundo o estudo, os brasileiros estão mais conectados a cada ano, sendo que o acesso à internet quase dobrou nos últimos quatro anos: se em 2007, 27% da população tinham acesso à rede, este ano este percentual chegou a 48%.

Os principais motivos que levam as pessoas a usar a internet são o contato com os amigos (50%) e trabalho (27%). Os tipos de sites mais acessados são redes sociais (61%), de pesquisas (48%), e-mails (34%), de notícias (34%), de diversão (17%) e de serviços (17%). Em relação ao local de acesso, 62% dos internautas informaram que usam a internet em casa, 15% em lan houses, 15% no trabalho e 6% em casas de parentes e/ou amigos.

A frequência do uso também aumentou. Entre os brasileiros conectados, 47% afirmam que se conectam diariamente à rede mundial de computadores, ao passo que 33% acessam mais de uma vez por semana e 12% uma vez por semana.

Quanto ao tempo de conexão, 55% dos internautas passam de 30 minutos a duas horas ligados na web; 23% permanecem conectados entre duas e quatro horas; e 14% ficam menos de meia hora.

A principal razão para a difusão da internet no País está no crescimento na venda de computadores, em função do aumento do poder aquisitivo da população nos últimos anos, incentivado pelo crescimento do emprego formal e do acesso ao crédito.

Adobe dá razão a Steve Jobs e acaba com Flash mobile

Adobe dá razão a Steve Jobs
Adobe dá razão a Steve Jobs

Em um passo surpreendente, a Adobe anunciou que não irá mais trabalhar com a plataforma Flash para dispositivos móveis. A partir de agora, o foco será o desenvolvimento de aplicações compatíveis com HTML5.

Steve Jobs, então, estava certo ao abolir o Flash de todos os seus gadgets móveis: iPod, iPhone e iPad. Em abril de 2010, o então chefe da Apple decidiu trabalhar apenas com a tecnologia HTML5 dizendo que o “Flash foi criado durante a era do PC – para PCs e mouses”.

Na época, Jobs opinou que, embora o sistema operacional dos produtos Apple seja fechado, os padrões pertencentes à web deveriam ser abertos – o que não é o caso do Flash, tecnologia pertencente à Adobe. Por isso, a empresa adotou HTML5, CSS e JavaScript.

Ao dar razão à Apple, a Adobe reconheceu que o HTML5 hoje é compatível universalmente com os grandes dispositivos móveis. “Em alguns casos, exclusivamente”, escreveu, em referência clara à Apple, Danny Winokur, VP geral de desenvolvimento interativo da Adobe.

“Estamos empolgados sobre isso e vamos continuar nosso trabalho com players importantes na comunidade HTML, incluindo Google, Apple, Microsoft e RIM, para impulsionar a inovação do HTML5 para que eles possam avançar em seus navegadores móveis”, afirmou Winokur, pelo blog da empresa.

Google lança alternativa ao JavaScript

Google lança alternativa ao JavaScript
Google lança alternativa ao JavaScript

O Google divulgou hoje alguns dados sobre o Dart, uma nova linguagem de programação para aplicações web.

Segundo a empresa, o Dart é uma opção ao JavaScript e está em fase de testes. O objetivo é criar uma linguagem ainda mais flexível voltada para a programação web e torná-la familiar e mais fácil de aprender.
Lars Bak, engenheiro de software da equipe de desenvolvimento do Dart, diz que o Google quer fazer da linguagem um recurso que pode ser usado desde pequenos até grandes projetos.

O Google pretende fazer o Dart rodar com bom desempenho em todos os navegadores modernos e em ambientes que vão desde pequenos dispositivos portáteis até execução no nível de servidor. Inicialmente, os navegadores compatíveis com o Dart são: Google Chrome, Mozilla Firefox e o Safari.

Segundo Bak, as aplicações feitas em Dart poderão rodar numa máquina virtual dedicada ou com a ajuda de um compilador que traduza o código para JavaScript. Com isso, os browsers que não suportam o Dart poderão ler a nova linguagem.

O engenheiro diz que o Google Chrome ainda não vem com a máquina virtual do Dart, mas afirma que os responsáveis pelo recurso podem explorar essa possibilidade em breve.

Os interessados podem verificar exemplos de códigos na página dedicada à linguagem.

Ai, ai, ai… Vírus infecta aviões-robôs dos EUA

ai, ai, ai...
ai, ai, ai...

A área de tecnologia da Força Aérea americana encontrou vírus em vários drones – aviões de guerra que são pilotados por robôs.

Os vírus, que infectaram aviões que estão em operações no Iraque e no Afeganistão, tinham uma missão: registrar em um arquivo as teclas que eram acionadas pelos pilotos que controlavam a aeronave remotamente. O caso foi divulgado pela revista Wired.

Os aviões infectados são usados em missões de espionagem ou na destruição de alvos inimigos. O governo americano não comentou o assunto e, por ora, não se sabe se os vírus roubaram informações confidenciais dos sistemas de controle das aeronaves.

Uma fonte declarou que o time de segurança da Força Aérea não conseguiu remover os vírus dos drones. Além disso, não conseguiu descobrir a origem do malware e, principalmente, como ele invadiu os sistemas da aeronave.

Apesar dos riscos, os aviões continuam decolando em suas missões!