Políticos usam web para arrecadar votos

Candidatos brasileiros já estão na internet

SÃO PAULO – Inspirados no presidente dos Estados Unidos, os políticos brasileiros vão às redes sociais em busca de votos.

No Twitter, um dos seus amigos escreve: “Já decidiu seu voto? Não? Então dá uma olhada neste texto”. Logo em seguida há um link para um artigo num blog de um dos candidatos à presidência. No orkut e no Facebook, outra avalanche de declarações de apoio toma conta das atualizações dos seus contatos. Propaganda irregular? Nem de longe, em nenhum dos dois exemplos. Essa boca de urna online vai virar realidade a partir de 6 de julho. Com a bênção da Justiça Eleitoral, a disputa política ganhou carta branca para invadir a internet.

Nas eleições anteriores, o espaço máximo que um candidato conseguia para defender suas ideias era o site oficial de campanha, cadastrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Também estava liberado o uso da página do próprio partido ou da coligação. Nesta vez, haverá uma mudança radical. Os candidatos também poderão defender seus pontos de vista em blogs e redes sociais. Foi autorizado até mesmo o recebimento de doações online, por meio do cartão de crédito. Os ministros do TSE concluíram que a internet é território livre. Por isso, decidiram que a web deve estar sujeita a mecanismos de controle menos rigorosos do que outros meios de comunicação.

Isso não quer dizer que vale tudo. O TSE definiu regras para a campanha digital, que devem ser seguidas para evitar multas que variam de 5 000 a 30 000 reais. Propagandas pagas, por exemplo, estão proibidas em qualquer home page. Além disso, nenhum partido poderá enviar e-mail a um eleitor que não tiver se cadastrado previamente para receber mensagens. E ofensas e abusos vão render direito de resposta (veja o quadro Sinal verde ou vermelho?). Mesmo assim, as restrições são bem mais leves do que as que existem para a TV e o rádio.

Leia mais em: http://info.abril.com.br/noticias/internet/como-ganhar-votos-online-29062010-6.shl

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/internet/como-ganhar-votos-online-29062010-6.shl

TSE libera debates na internet antes da oficialização das candidaturas

As regras ficam a cargo dos veículos, desde que respeitem participação igualitária dos convidados. 

TSE aproba debates
TSE aproba debates

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou os debates na internet e em jornais impressos antes da oficialização das candidaturas pela Justiça Eleitoral. O prazo para o registro dos candidatos termina no dia 5 de julho. A decisão de desta quarta-feira foi baseada na consulta pública do deputado Miro Teixeira (PDT- RJ) que pedia esclarecimentos sobre a participação de candidatos e pré-candidatos em debates na internet. O plenário deixou a cargo dos veículos de comunicação as regras para a participação dos candidatos nos debates eleitorais, desde que todos os convidados sejam tratados de maneira igualitária. A transmissão ao vivo pela internet dos debates também foi liberada. Segundo o ministro Marco Aurélio Mello, também relator da consulta pública, esse tipo de debate não vai caracterizar propaganda eleitoral antecipada. “Os debates visam ao esclarecimento geral quanto ao perfil de candidatos e pré-candidatos”, justificou. 

Fonte : Agencia Brasil

WordPress 3.0 ja está disponível

Wordpress 3.0 disponivel
Wordpress 3.0 disponivel

O WordPress 3.0 está disponível para download. O sistema é resultado do trabalho de meio ano de 218 colaboradores.

Entre as novidades do release está um novo tema padrão, chamado Twenty Ten. Os desenvolvedores de temas possuem novas APIs que lhes permitem implementar, de maneira fácil, planos de fundo personalizados, cabeçalhos, links curtos, menus e taxonomias.

Para desenvolvedores e administradores de redes, a nova versão traz a fusão do WordPress com o MU, criando uma nova funcionalidade de multi-site que torna possível rodar um ou vários blogs a partir da mesma instalação.

Já os usuários terão uma interface mais leve, ajuda contextual em cada tela, correção de 1.217 bugs e atualizações em massa, permitindo a atualização de 15 plugins de uma só vez com apenas um click.

Para mais detalhes sobre o novo release, basta acessar a página do Codex http://codex.wordpress.org/Version_3.0 . No blog, a empresa afirmou que não está iniciando o desenvolvimento da versão 3.1, mas que vai dar um tempo no ciclo de releases para se concentrar no WordPress propriamente dito.

A versão 2.9 teve mais de 10,3 milhões de downloads, e a 3.0, a versão em espanhol no primeiro dia  já contava com mais de 2 milhoes de downloads

O WordPress 3.0 já está disponível em português.

Alcance de redes sociais no Brasil é maior que em outros países

O Brasil é um dos países com maior adoção de redes sociais em todos o mundo. O País lidera a lista de países com mais usuários que visitam redes sociais, em proporção ao número total de internautas. O estudo da consultoria Nielsen foi feito com 10 países – incluindo Estados Unidos, França e Alemanha – e mostra que 86% dos usuários ativos de internet no Brasil usam algum tipo de rede social. Em média, eles passaram cerca de cinco horas navegando nesse tipo de site durante o mês de abril. Reprodução  

Redes sociais no Brasil
Redes sociais no Brasil

 

Orkut estimulou acesso a redes sociais no Brasil O Orkut foi um dos sites que ajudou a popularizar as redes sociais no Brasil. O Google lançou a versão brasileira do site em 2004 e, em setembro de 2005, metade dos brasileiros ativos na internet já havia se conectado ao Orkut. Apesar disso, os usuários da Austrália lideram em tempo gasto nas redes sociais, com mais de sete horas de navegação em abril. Em terceiro e quarto lugar aparecem Itália e Estados Unidos, onde os usuários navegaram cerca de seis horas e meia nas redes sociais no mesmo período. Em outros países, o Facebook alavanca a audiência em redes sociais. Na Itália, a rede social capturou dois terços dos usuários ativos em abril. Em contrapartida, os japoneses são os que menos acessam o Facebook, com audiência e tempo gasto menores do todos os 10 países analisados. O Brasil aparece na penúltima posição: aqui, somente 26% dos usuários ativos visitaram o site em abril.

As 10 regras de ouro nas Redes Sociais

Regra #1: SEM SPAM! Em maiúsculas e tudo. Toda pessoa ou empresa que pretenda ter sucesso nas redes sociais precisa ter credibilidade. Conquistar seguidores de maneira justa, sem disparar e-mails massivos ou links que não tenham nada a ver com sua lista de contatos. Todo mundo sabe que 2.0 é buscar informação por afinidade e não recebê-la garganta abaixo.

Regra #2: Mais interação, menos informação. As redes 1.0 eram como ruas de uma mão só onde as empresas se limitavam a publicar informações que podiam ou não ser do interesse de seus usuários ou consumidores. Mas isso mudou faz um tempão. Hoje o conteúdo flui em duas vias e, em muitos casos, precisa ser fonte de inspiração para que as empresas desenvolvam ou customizem suas interações com o consumidor.

Regra #3: Conheça o seu Blogger. Esta é dirigida às empresas que não conhecem as pessoas que alimentam e gerenciam as contas de suas redes sociais. Tanto a geração desta informação quanto o acesso às redes devem estar nas mãos de pessoas confiáveis – o que não quer dizer necessariamente que a pessoa certa para isso é o Gerente de Marketing. O discurso marketês não pega bem na internet na sua tradução literal. Pode não parecer, mas este meio tem códigos, linguagens e condutas que são dominadas por Community Managers e Analistas de Social Media.

Regra #4: Conheça as redes para encontrar a mais adequada. Nem todas as comunidades ou redes sociais são iguais. Cada uma estabelece uma interação diferente e são acessadas por pessoas com interesses distintos. Facebook, Twitter, Orkut, MySpace e LinkedIn – para mencionar somente algumas – proporcionam alcances e interações diferentes para a mensagem que você pretende transmitir.

Regra #5: Use uma linguagem comum. Um dos erros mais frequentes em contas corporativas é o uso de algo que parece um idioma próprio. A linguagem corporativa precisa ser traduzida antes de ir para as redes, caso contrário corre-se o risco de soltar informações sem apelo para o meio. Não esqueça: fale a língua daqueles que estão ligados nas marcas, produtos e serviços.

Regra #6: Não compre seguidores: eles vão encontrar você. Uma base de dados não é garantia de números eficientes para elaborar nenhum grande relatório do sucesso da sua incursão na internet. Nem tudo são números na hora de medir resultados: a quantidade de seguidores, por exemplo, pode variar muito a cada ação que você promove.

Regra #7: Não se venda. Se você for blogueiro ou alguém influente em redes sociais, não faça o famoso post pago só por fazer. Se você não está seguro quanto um produto ou serviço, não o recomende à sua audiência. Lembre-se: SEM SPAM!

Regra #8: Aceite a dinâmica das redes. As mensagens mudam, se transformam, evoluem. Por isso é importante dominar uma linguagem e ter uma estratégia suficientemente claras para que sua mensagem se espalhe do jeito certo. Por outro lado, tenha em mente que toda mensagem pode gerar respostas e reações não esperadas. Isso faz parte do jogo e você tem que jogar como mandam as regras.

Regra #9: 80-20%. São 20% dos seus seguidores que vão fazer com que os outros 80% espalhem suas mensagens ou estratégias. Mas, para isso, você precisa estabelecer uma rede de influência baseada em uma análise do público que você pretender impactar.

Regra #10: Criatividade, inovação e perseverança. Você precisa proporcionar experiências sempre amigáveis e próximas às comunidades onde atua. Como nada cai do céu, o sucesso só vem para quem é perseverante em seus esforços.

fonte: http://digitaldrops.com.br/

Guru da web fala sobre o Twitter

RIO – Considerando que o português já é a segunda língua mais falada no Twitter , aqui vão mais algumas dicas de uso dessa tão afamada ferramenta de microblog. O guru da vez, até que apareça outro, será Guy Kawasaki, ex-responsável na Apple pelo marketing do Macintosh e, atualmente, sócio da empresa Garage Technology Ventures ( garage.com ).

Há duas semanas, ele proferiu uma palestra no evento CES 2010, em Las Vegas, em que – naturalmente – o Twitter foi um dos assuntos predominantes. Kawasaki é focado em inovações tecnológicas e especializou-se em usar o Twitter para propósitos marketeiros.

Vamos, então, às recomendações twitológicas do Kawasaki, algumas pinçadas de sua palestra pela blogueira Anita Campbell, outras divulgadas por ele mesmo em suas várias recentes aparições.

Consiga gente para lhe ajudar – ghost-tweeters – enviando twits em seu nome. Tem que ser gente de confiança. Mas não os deixe responder às mensagens “@” ou às DM (direct messages) enviadas a você. Capriche você mesmo nessas respostas.

Esqueça a proposta inicial do Twitter, que é contar coisas sobre você mesmo. Se você for famoso, tudo bem. Mas se não for, então suas frivolidades e pequenezas não interessam a ninguém – apenas aos seus amigos muito chegados.

Faça seus twits retwitáveis, informando coisas interessantes. Retwitar alguém é uma das mais sinceras formas de elogio. Quem faz um retwit está apostando sua reputação ao reenviar uma dica de outrem para seus seguidores.

Não compre seguidores – muitos desses que se vendem são safados. Angarie seguidores pela qualidade dos twits que você envia.

Não conte para todo mundo que você deixou de seguir alguém. As pessoas não estão nem aí para isso. Pense no Twitter como uma TV. Se não gostou do programa, simplesmente mude de canal. Além disso, quem alardeia que deixou de seguir este ou aquele twiteiro pode sem querer estar induzindo gente a seguir a tal figura só para saber de quem se trata.

Não dá para agradar a todos. Por isso, esteja preparado para receber feedback negativo sem perder a linha. Você tem que twitar o que você quiser, sem se preocupar em ficar agradando aos outros. Pisar no calo de uns e outros faz parte da vida. Mas, naturalmente, não se deve usar o Twitter como uma arma.

Não pergunte às pessoas por que elas deixaram de seguir você. Não fique deprimido quando alguém lhe dá um “unfollow”, é a coisa mais normal do mundo. Os motivos do outro podem ser os mais diversos possíveis. Seus twits podem ser chatos. Ou então eles são ótimos, mas a pessoa notou que não está com tempo para lê-los, e, por isso, decidiu pelo “unfollow”.

Não use fotinhas miúdas para o seu avatar no Twitter. Nada de imagens desfocadas, pixeladas ou com olhos vermelhos do flash. Seu avatar é a janela para sua alma online, portanto use uma foto decente, enquadrada no rosto, permitindo ver a expressão do seu olhar. E não use uma foto que lhe faça parecer excessivamente sexy. Se você tem necessidade de mostrar o seu corpo, então Twitter não é o site recomendado.

Não use links longos. Use encurtadores de links, que são grátis e fáceis de usar. Nossos preferidos são tweak.tk e notlong.com.

Para encontrar bons assuntos para retwitar, apele para SmartBrief, Alltop.com, StumbleUpon.com etc. Saber inglês, é claro, ajuda muito.

Para quem capricha na atualização de um blog ou de um site de conteúdo, o botão Tweetmeme é uma das fontes mais quentes da rede. Funciona de modo parecido com o do Digg.com ou do StumbleUpon.com, informando que outros humanos gostaram de um post ou matéria. Basta ver o número de gente que twitou um dado artigo e concluir que o babado é quente. O Tweetmeme tem uma vantagem a mais: facilita o retwitamento do que encontramos de bacana.

Tal como nos emails, não solte twits COM TUDO ESCRITO EM MAIÚSCULAS. Fica parecendo que você está gritando.

Não se meta a gostosão se ainda é um “sub-100”, ou seja, se só está no Twitter há menos de cem dias, ou possui menos de cem seguidores, ou segue menos de cem pessoas ou twitou menos de cem vezes. Indivíduos sub-100 não têm direito de dar pitaco ou de dizer como os outros devem twitar.

Se alguém lhe oferecer dinheiro para twitar sobre um serviço ou produto que não vá contra seus princípios, então aceite. Não é crime algum usar seu nome para dar uma força a um “cliente”. Mas deixe bem claro que é um twit patrocinado.

Se você quer click-throughs para um site seu, então repita seus twits pelo menos umas quatro vezes por dia. E faça-o em horários bem espaçados. Se um twit seu gerou 800 click-throughs, quatro twitadas gerarão 3.200. Guy explica que sites como a CNN repetem seus twits a cada hora, pois sabem que as pessoas não estão vendo seu canal Twitter o dia inteiro.

Twite tudo que está no seu blog. Se acha que algo é não-twitável, então por que blogou?

Aqui uma típica dica ao estilo Kawasaki, dono de uma sinceridade às vezes rude. Ele aconselha que sempre que alguém achar que vai twitar algo idiota, então pare antes de twitar. Diz ele: “As outras pessoas podem não saber que você é idiota. Mas se você twitar algo assim, elas não terão mais dúvida”. Um exemplo de fineza o cidadão, não é mesmo?

Não existe certo e errado no Twitter. O que existe de verdade é o que funciona e o que não funciona para você. O Twitter é uma plataforma, faça com ela o que quiser, e não saia dizendo aos outros o que fazer, a menos que você seja genuinamente um twit-guru. Se é que isso existe…

Não fique inventando a esmo as hashtags – aquelas palavrinhas-chave precedidas de “#” que as pessoas incluem em seus twits para facilitar aos outros encontrar desdobramentos do tema. Twiteiros sem-noção são experts em inventar hashtags bobocas e que ninguém acompanha.
fonte: http://oglobo.globo.com

Engenheiro do Google explica novo Caffeine





Engenheiro do Google explica novo Caffeine

Novo sistema de indexação do Google substitui cadastro em camadas por segmentos

SÃO PAULO – O engenheiro do Google responsável pela qualidade dos serviços de buscas, Matt Cutts, explicou, ontem, como funciona o Caffeine, novo sistema de indexação implantado pela empresa na quarta-feira.

Internet terá um papel-chave em 2010 no Brasil, diz estrategista de Obama

Para ajudar a eleger a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata à presidência, o estrategista trará ao País a experiência de sua empresa, a Blue State Digital, líder em financiamento, advocacia e redes sociais na internet, como ele mesmo descreve.

Sem mencionar Dilma, que oficialmente ainda não é a candidata pelo PT, Ben Self conversou com o iG, por email, sobre as eleições do ano que vem na internet. Leia abaixo na íntegra.

iG – O Brasil tem 64,8 milhões de pessoas com acesso à internet, e o maior crescimento está nas classes mais pobres da população. Como isso afeta as estratégias de campanha?
Ben Self – A internet terá um papel-chave em 2010 no Brasil. Embora o número de pessoas online seja apenas uma fração do total da população brasileira, é um grande número de pessoas – todos que podem ser mobilizados e energizados por um candidato, construindo uma dinâmica, engajando virtualmente e criando listas de email.

iG – A televisão pode ser deixada em segundo plano em 2010?
Ben Self – Muitos candidatos e organizações pensam na internet como uma ferramenta de persuasão – como uma propaganda na televisão. Em vez disso, nós escolhemos tratar isso como uma ferramenta de engajamento com nossos apoiadores – e aí usamos esses simpatizantes para convencer seus amigos e vizinhos a apoiar um candidato. Por isso, a internet não substitui o uso da televisão, da campanha nas ruas ou qualquer outra parte da campanha. A internet é uma nova ferramenta que pode ser estendida em cima de todas as outras ferramentas de campanha.

iG – Os brasileiros usam a internet para trocar conteúdo por email ou compartilhar fotografias, e menos para se envolver em debates políticos? O senhor tem essa visão?
Ben Self – Não tenho estatísticas sobre como os brasileiros usam a internet, mas está claro que diferentes culturas reagem de forma diferente a oportunidades online. É por isso que não existe uma solução fácil, com formatos pré-definidos. Em cada ambiente político que a Blue State Digital trabalha, a gente sempre testa nossas hipóteses para descobrir o que vai e o que não vai funcionar naquele ambiente.

iG – O que os brasileiros podem esperar encontrar na rede, especialmente nos sites e nas redes sociais online dos candidatos) durante o próximo ano até outubro, quando acontecem as eleições no País?
Ben Self – Eu acredito que as mudanças na legislação feitas há pouco neste ano permitirão aos candidatos e aos partidos engajar-se com brasileiros em um nível muito mais profundo e de uma maneira mais significativa que eles estavam legalmente habilitados a fazer nas eleições anteriores.

iG – O senhor acredita que o micro-financiamento de campanhas pela internet serão bem-sucedidos no Brasil? É possível criar uma cultura de doação aqui, ou os escândalos de corrupção podem frear doações?
Ben Self – Eu acredito que, no longo prazo, veremos mais e mais pessoas doando para campanhas no Brasil. Mesmo que nesta eleição não faça uma diferença drástica, leva anos para construir uma cultura de doação, e eu acredito que os primeiros passos serão dados em 2010. E, fundamentalmente, eu acredito que quanto mais pessoas decidirem investir (tanto seu tempo como seu dinheiro) em campanhas políticas, melhor será para o Brasil.

A política e Internet

Para as próximas eleições do 2010 o congresso aprovou a reforma eleitoral sem restrições à internet no período de campanhas eleitorais. Os parlamentares aprovaram emenda que libera a atuação de sites jornalísticos, blogs e redes sociais durante as campanhas. Há apenas a proibição do anonimato aos jornalistas e a garantia de direito de resposta aos candidatos que se sentirem ofendidos. Os sites também podem realizar debates entre os candidatos sem as regras aplicadas às rádios e televisões.

Finalizadas as eleições dos EUA, Barack Obama, mudou a forma de fazer política em todo o mundo. Obama usou todos os recursos que oferece a Internet para alcançar o consumidor on-line:

  • estratégia em redes sociais
  • plataformas colaborativas
  • marketing em motores de busca
  • marketing por e-mail
  • captação de fundos  

Planejar a atuação do candidato nas redes sociais requer planejamento e conhecimento. Palavras como  links patrocinados, publicidade online, propaganda online, mobile marketing, marketing móvel, otimização de sites, seo, blogs, anunciar na internet, adwords, redes sociais, impactos, blogs, etc… vão ser comuns nessas eleições.

No Brasil, o efeito Obama já fez com que vários parlamentares estejam adotando as redes e blogs como canal de relacionamento, estratégia que certamente ganhará muito peso nas próximas eleições. 

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