Guru da web fala sobre o Twitter

RIO – Considerando que o português já é a segunda língua mais falada no Twitter , aqui vão mais algumas dicas de uso dessa tão afamada ferramenta de microblog. O guru da vez, até que apareça outro, será Guy Kawasaki, ex-responsável na Apple pelo marketing do Macintosh e, atualmente, sócio da empresa Garage Technology Ventures ( garage.com ).

Há duas semanas, ele proferiu uma palestra no evento CES 2010, em Las Vegas, em que – naturalmente – o Twitter foi um dos assuntos predominantes. Kawasaki é focado em inovações tecnológicas e especializou-se em usar o Twitter para propósitos marketeiros.

Vamos, então, às recomendações twitológicas do Kawasaki, algumas pinçadas de sua palestra pela blogueira Anita Campbell, outras divulgadas por ele mesmo em suas várias recentes aparições.

Consiga gente para lhe ajudar – ghost-tweeters – enviando twits em seu nome. Tem que ser gente de confiança. Mas não os deixe responder às mensagens “@” ou às DM (direct messages) enviadas a você. Capriche você mesmo nessas respostas.

Esqueça a proposta inicial do Twitter, que é contar coisas sobre você mesmo. Se você for famoso, tudo bem. Mas se não for, então suas frivolidades e pequenezas não interessam a ninguém – apenas aos seus amigos muito chegados.

Faça seus twits retwitáveis, informando coisas interessantes. Retwitar alguém é uma das mais sinceras formas de elogio. Quem faz um retwit está apostando sua reputação ao reenviar uma dica de outrem para seus seguidores.

Não compre seguidores – muitos desses que se vendem são safados. Angarie seguidores pela qualidade dos twits que você envia.

Não conte para todo mundo que você deixou de seguir alguém. As pessoas não estão nem aí para isso. Pense no Twitter como uma TV. Se não gostou do programa, simplesmente mude de canal. Além disso, quem alardeia que deixou de seguir este ou aquele twiteiro pode sem querer estar induzindo gente a seguir a tal figura só para saber de quem se trata.

Não dá para agradar a todos. Por isso, esteja preparado para receber feedback negativo sem perder a linha. Você tem que twitar o que você quiser, sem se preocupar em ficar agradando aos outros. Pisar no calo de uns e outros faz parte da vida. Mas, naturalmente, não se deve usar o Twitter como uma arma.

Não pergunte às pessoas por que elas deixaram de seguir você. Não fique deprimido quando alguém lhe dá um “unfollow”, é a coisa mais normal do mundo. Os motivos do outro podem ser os mais diversos possíveis. Seus twits podem ser chatos. Ou então eles são ótimos, mas a pessoa notou que não está com tempo para lê-los, e, por isso, decidiu pelo “unfollow”.

Não use fotinhas miúdas para o seu avatar no Twitter. Nada de imagens desfocadas, pixeladas ou com olhos vermelhos do flash. Seu avatar é a janela para sua alma online, portanto use uma foto decente, enquadrada no rosto, permitindo ver a expressão do seu olhar. E não use uma foto que lhe faça parecer excessivamente sexy. Se você tem necessidade de mostrar o seu corpo, então Twitter não é o site recomendado.

Não use links longos. Use encurtadores de links, que são grátis e fáceis de usar. Nossos preferidos são tweak.tk e notlong.com.

Para encontrar bons assuntos para retwitar, apele para SmartBrief, Alltop.com, StumbleUpon.com etc. Saber inglês, é claro, ajuda muito.

Para quem capricha na atualização de um blog ou de um site de conteúdo, o botão Tweetmeme é uma das fontes mais quentes da rede. Funciona de modo parecido com o do Digg.com ou do StumbleUpon.com, informando que outros humanos gostaram de um post ou matéria. Basta ver o número de gente que twitou um dado artigo e concluir que o babado é quente. O Tweetmeme tem uma vantagem a mais: facilita o retwitamento do que encontramos de bacana.

Tal como nos emails, não solte twits COM TUDO ESCRITO EM MAIÚSCULAS. Fica parecendo que você está gritando.

Não se meta a gostosão se ainda é um “sub-100”, ou seja, se só está no Twitter há menos de cem dias, ou possui menos de cem seguidores, ou segue menos de cem pessoas ou twitou menos de cem vezes. Indivíduos sub-100 não têm direito de dar pitaco ou de dizer como os outros devem twitar.

Se alguém lhe oferecer dinheiro para twitar sobre um serviço ou produto que não vá contra seus princípios, então aceite. Não é crime algum usar seu nome para dar uma força a um “cliente”. Mas deixe bem claro que é um twit patrocinado.

Se você quer click-throughs para um site seu, então repita seus twits pelo menos umas quatro vezes por dia. E faça-o em horários bem espaçados. Se um twit seu gerou 800 click-throughs, quatro twitadas gerarão 3.200. Guy explica que sites como a CNN repetem seus twits a cada hora, pois sabem que as pessoas não estão vendo seu canal Twitter o dia inteiro.

Twite tudo que está no seu blog. Se acha que algo é não-twitável, então por que blogou?

Aqui uma típica dica ao estilo Kawasaki, dono de uma sinceridade às vezes rude. Ele aconselha que sempre que alguém achar que vai twitar algo idiota, então pare antes de twitar. Diz ele: “As outras pessoas podem não saber que você é idiota. Mas se você twitar algo assim, elas não terão mais dúvida”. Um exemplo de fineza o cidadão, não é mesmo?

Não existe certo e errado no Twitter. O que existe de verdade é o que funciona e o que não funciona para você. O Twitter é uma plataforma, faça com ela o que quiser, e não saia dizendo aos outros o que fazer, a menos que você seja genuinamente um twit-guru. Se é que isso existe…

Não fique inventando a esmo as hashtags – aquelas palavrinhas-chave precedidas de “#” que as pessoas incluem em seus twits para facilitar aos outros encontrar desdobramentos do tema. Twiteiros sem-noção são experts em inventar hashtags bobocas e que ninguém acompanha.
fonte: http://oglobo.globo.com

Engenheiro do Google explica novo Caffeine





Engenheiro do Google explica novo Caffeine

Novo sistema de indexação do Google substitui cadastro em camadas por segmentos

SÃO PAULO – O engenheiro do Google responsável pela qualidade dos serviços de buscas, Matt Cutts, explicou, ontem, como funciona o Caffeine, novo sistema de indexação implantado pela empresa na quarta-feira.

Internet terá um papel-chave em 2010 no Brasil, diz estrategista de Obama

Para ajudar a eleger a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata à presidência, o estrategista trará ao País a experiência de sua empresa, a Blue State Digital, líder em financiamento, advocacia e redes sociais na internet, como ele mesmo descreve.

Sem mencionar Dilma, que oficialmente ainda não é a candidata pelo PT, Ben Self conversou com o iG, por email, sobre as eleições do ano que vem na internet. Leia abaixo na íntegra.

iG – O Brasil tem 64,8 milhões de pessoas com acesso à internet, e o maior crescimento está nas classes mais pobres da população. Como isso afeta as estratégias de campanha?
Ben Self – A internet terá um papel-chave em 2010 no Brasil. Embora o número de pessoas online seja apenas uma fração do total da população brasileira, é um grande número de pessoas – todos que podem ser mobilizados e energizados por um candidato, construindo uma dinâmica, engajando virtualmente e criando listas de email.

iG – A televisão pode ser deixada em segundo plano em 2010?
Ben Self – Muitos candidatos e organizações pensam na internet como uma ferramenta de persuasão – como uma propaganda na televisão. Em vez disso, nós escolhemos tratar isso como uma ferramenta de engajamento com nossos apoiadores – e aí usamos esses simpatizantes para convencer seus amigos e vizinhos a apoiar um candidato. Por isso, a internet não substitui o uso da televisão, da campanha nas ruas ou qualquer outra parte da campanha. A internet é uma nova ferramenta que pode ser estendida em cima de todas as outras ferramentas de campanha.

iG – Os brasileiros usam a internet para trocar conteúdo por email ou compartilhar fotografias, e menos para se envolver em debates políticos? O senhor tem essa visão?
Ben Self – Não tenho estatísticas sobre como os brasileiros usam a internet, mas está claro que diferentes culturas reagem de forma diferente a oportunidades online. É por isso que não existe uma solução fácil, com formatos pré-definidos. Em cada ambiente político que a Blue State Digital trabalha, a gente sempre testa nossas hipóteses para descobrir o que vai e o que não vai funcionar naquele ambiente.

iG – O que os brasileiros podem esperar encontrar na rede, especialmente nos sites e nas redes sociais online dos candidatos) durante o próximo ano até outubro, quando acontecem as eleições no País?
Ben Self – Eu acredito que as mudanças na legislação feitas há pouco neste ano permitirão aos candidatos e aos partidos engajar-se com brasileiros em um nível muito mais profundo e de uma maneira mais significativa que eles estavam legalmente habilitados a fazer nas eleições anteriores.

iG – O senhor acredita que o micro-financiamento de campanhas pela internet serão bem-sucedidos no Brasil? É possível criar uma cultura de doação aqui, ou os escândalos de corrupção podem frear doações?
Ben Self – Eu acredito que, no longo prazo, veremos mais e mais pessoas doando para campanhas no Brasil. Mesmo que nesta eleição não faça uma diferença drástica, leva anos para construir uma cultura de doação, e eu acredito que os primeiros passos serão dados em 2010. E, fundamentalmente, eu acredito que quanto mais pessoas decidirem investir (tanto seu tempo como seu dinheiro) em campanhas políticas, melhor será para o Brasil.

A política e Internet

Para as próximas eleições do 2010 o congresso aprovou a reforma eleitoral sem restrições à internet no período de campanhas eleitorais. Os parlamentares aprovaram emenda que libera a atuação de sites jornalísticos, blogs e redes sociais durante as campanhas. Há apenas a proibição do anonimato aos jornalistas e a garantia de direito de resposta aos candidatos que se sentirem ofendidos. Os sites também podem realizar debates entre os candidatos sem as regras aplicadas às rádios e televisões.

Finalizadas as eleições dos EUA, Barack Obama, mudou a forma de fazer política em todo o mundo. Obama usou todos os recursos que oferece a Internet para alcançar o consumidor on-line:

  • estratégia em redes sociais
  • plataformas colaborativas
  • marketing em motores de busca
  • marketing por e-mail
  • captação de fundos  

Planejar a atuação do candidato nas redes sociais requer planejamento e conhecimento. Palavras como  links patrocinados, publicidade online, propaganda online, mobile marketing, marketing móvel, otimização de sites, seo, blogs, anunciar na internet, adwords, redes sociais, impactos, blogs, etc… vão ser comuns nessas eleições.

No Brasil, o efeito Obama já fez com que vários parlamentares estejam adotando as redes e blogs como canal de relacionamento, estratégia que certamente ganhará muito peso nas próximas eleições. 

Game is on!!!

Cloud Server – Saiba o que é, e porque é melhor

O que é um servidor web?

Essa pergunta pode ser respondida de duas formas: a primeira poderia ser “um programa”. Um servidor web pode ser um programa que aceita pedidos http de vários clientes e os responde via http (geralmente navegadores). Podendo incluir também nessa comunicação dados ou objetos (Documentos HTML e imagens). A segunda resposta é que um servidor web é uma máquina onde são armazenadas todas as funcionalidades que você deseja oferecer na Internet e que roda os programas necessários para satisfazê-las. 

São máquinas que estão sempre conectadas e disponíveis 24 h por dia aguardando as requisições que podem chegar a qualquer instante. Depois que a requisição do cliente (navegador) chega e as restrições de segurança são satisfeitas, ele entrega a informação solicitada ou executa a tarefa pedida. Essa comunicação pode ser estática ou dinâmica e também pode se dar através de scripts. 

O que são servidores dedicados e não dedicados?

Servidores dedicados são, como o próprio nome já diz, máquinas dedicadas unicamente a prover o processamento das requisições feitas ao seu site e as suas aplicações. Todos os recursos disponíveis naquele servidor estão à disposição de você. Ele tanto pode estar localizado localmente ou em um datacenter e é indicado quando o uso de hospedagem compartilhada já não é capaz de suportar as requisições de suas aplicações. O servidor não dedicado é justamente o contrário disso tudo, todas as suas aplicações e as requisições feitas a elas são armazenadas em um servidor juntamente com outras tantas aplicações de outras pessoas. Todas as requisições feitas a essas aplicações devem dividir todos os recursos que esse servidor possui. Se uma dessas aplicações requerer mais recursos com muita frequência, o resultado óbvio é que as demais terão perda de performance devido ao uso excessivo dos recursos disponíveis pela outra. 

O que é Cloud Computing e Cloud Server?

O cloud computing ou computação em nuvem é a nomenclatura adotada para a técnica de processamento e armazenagem de dados que utiliza diversas máquinas interligadas para executar as mesmas tarefas que antes seriam executadas numa única máquina. Essa técnica permite a escalabilidade dos recursos e garantem um grande ganho de desempenho na execução das tarefas. O Cloud Server é, nada mais nada menos, do que essa técnica aplicada aos servidores web. Assim todos os servidores processam todas as aplicações contidas “na nuvem” e utilizam para isso a soma de seus recursos. Assim, cada cloud server é um servidor virtual que utiliza recursos seus e dos demais para executar as tarefas e requisições solicitadas. Há sempre um servidor físico de reserva para o caso de problemas e ele é usado para suprir alguma eventualidade relativa à falhas técnicas que ocorram “na nuvem”. Tudo isso se dá de forma automática e garante sempre a máxima performance possível dos processos. 

Quais as vantagens e desvantagens disso?

Escalabilidade de recursos de computação que permite o deslocamento desses recursos de forma simples e rápida para suprir demandas elevadas momentâneas de uma determina aplicação sem a necessidade re reinicializar o sistema operacional e impedindo a queda do sistema. Assim, se o servidor “X” que estiver fazendo o processamento sentir-se insuficiente para tal, ao invés de “cair”, simplesmente migra a requisição para outro servidor e a aplicação continua operacional. 

Grande disponibilidade de recursos, a realocação dinâmica em casos de “panes” ou de requisições que excedam a capacidade do servidor no qual as aplicações se encontrem garantem um tempo “uptime” sempre elevado graças à vasta disponibilidade de recursos. 

A redução de custos é um grande atrativo. Afinal de contas, um servidor dedicado de grande capacidade custa caro e um cloud Server pode suprir essa grande necessidade de performance por um custo mais baixo. 

A compatibilidade é total e pode ser usado tanto pelos sistemas operacionais Linux quanto Windows. Com aplicativos desenvolvidos em PHP, ASP, .NET, Java, Delphi, VB e outros. Podem ter acesso remoto através de Terminal Services para aplicativos corporativo e rodar sistemas de Comércio Eletrônico, Gestão – ERP, CRM, BI e outros. 

A segurança deve ser garantida por uma equipe bem qualificada e bem treinada, normalmente uma empresa de hospedagem de sites, de qualidade, tem total capacidade de garantir esse quesito. Essa é a principal desvantagem, além da latência. Pois fica difícil avaliar a questão da qualidade das equipes pela impossibilidade, na maioria das vezes, de conhecê-la. Como é um conceito colaborativo e ainda recente, é de vital importância que a empresa que ofereça os cloud Server tenha uma equipe técnica bem treinada e uma estrutura capaz de resolver rapidamente qualquer problema que aconteça “na nuvem”, além disso, há o problema relacionado à privacidade dos dados armazenados em servidores usados por várias pessoas e empresas. Segurança, recuperação de dados e backup devem estar na ordem do dia para qualquer empresa que se interesse em fornecer ou contratar um cloud Server. 

Fonte http://www.artigonal.com

Usando CSS Sprites

Esta técnica é aconselhável tanto para sites com layout de muitas imagens como para sites com menus animados. Sabe quando você passa o mouse sobre um item do menu de um site e tem que esperar a imagem que corresponde ao “botão pressionado” carregar? Ou quando o conteúdo em texto do site já apareceu, mas ainda fica uma eternidade até carregar imagem por imagem? É exatamente isso que vamos tentar evitar por aqui.

Veja, por exemplo, o tempo que alguns sites conhecidos levam para carregar o HTML e outros arquivos como imagens, css e javascript.

  • Yahoo: 10% do tempo carregando HTML e 90% do tempo em outras requisições.
  • eBay: 5% do tempo carregando HTML e 95% do tempo em outras requisições.
  • Youtube: 9% do tempo carregando HTML e 91% do tempo em outras requisições.

Já dá para ter uma idéia de que diminuir o número e o tamanho das requisições poderá reduzir significativamente o tempo de carregamento de um website.

Os Sprites

Sprite [en] é um frame de uma animação qualquer, termo muito utilizado no desenvolvimento de jogos 2d, em que todas as poses dos personagens eram gravadas em um só Bitmap para não sobrecarregar o hardware limitado da época. A programação do jogo só tinha o trabalho de dizer qual dos sprites ia aparecer fornecendo apenas o X, Y, altura e largura correspondente no Charset do personagem.

Ryu Sprites

Se a técnica já trazia uma otimização considerável para os processadores de games da época, podemos ser no mínimo otimistas com os ganhos pro desenvolvimento web.

Criando seu próprio CSS Sprite

A criação dos CSS Sprites é muito simples, abra o seu editor de imagens e unifique todos os frames do menu em uma única figura (ou separando por ítem de menu, por exemplo – crie seu próprio critério). Neste exemplo específico trabalharemos com os Sprites de todos os ítens de menu em uma única imagem. Veja abaixo.

Sprites do Menu

Se fôssemos carregar cada imagem desse menu separadamente teríamos 6 requisições e 18kb no total, e com tudo em uma só imagem o tamanho cai para 14kb. Uma notável otimização.

Partindo pro CSS

O código HTML do exemplo é bem simples, criaremos um menu em lista e colocaremos a imagem como background (plano de fundo) e ao definirmos largura e altura fixa para cada item de menu, só aparecerá o sprite correspondente. Veja abaixo.

Sprite Cut

A propriedade CSS responsável pela mudança dos sprites é a background-position. Ela definirá em que posição o background será exibido, e a partir daí, basta ver na figura onde está o X e o Y do sprite desejado.

todos os links dentro do menu terão a imagem dos sprites
como background

#menu li a { background: url(images/sprites.jpg) no-repeat; display:

 block; width: 120px; height: 60px; }

 

define para cada item a posição em que o sprite está na imagem



#menu li .home { background-position: 0px 0px; }
#menu li .home:hover { background-position: 0px -60px; }
#menu li .textos { background-position: 120px 0px; }
#menu li .textos:hover { background-position: 120px -60px; }
#menu li .contato { background-position: 240px 0px; }
#menu li .contato:hover { background-position: 240px -60px; }

Clique aqui para ver o exemplo online.

Pense também na vantagem na hora de editar um layout, basta abrir uma única imagem no Photoshop, fazer todas as alterações e salvar. CSS Sprites deixa o site mais leve pro usuário, da uma folga maior pro servidor e ainda facilita a manutenção pro designer

fonte: http://www.richardbarros.com.br

Cloud Server 100%

Sempre e bom saber que todo o mundo rema na mesma direção!!!

“Sabe aquele ditado que em casa de ferreiro o espeto é de pau? pois é, aqui o espeto é de ferro!

Esta semana a RedeHost concluiu a migração de toda sua infraestrutura de servidores de hospedagem, emails e bancos de dados para dentro de nossa estrutura de cloud computing, o cloud server.

Este processo demorou cerca de um ano e meio e hoje temos mais de 200 servidores rodando nas várias nuvens computacionais da RedeHost, os principais benefícios deste projeto foram a alta disponibilidade de hardware, que em caso de falha este servidor começará a rodar em novo hardware automaticamente, sem downtime, e a escalabilidade que facilita a ampliação de recursos de um servidor quando necessário.

Este é um marco que reforça ainda mais nosso constante investimento em novas tecnologias e a consolidação da RedeHost no mercado de Cloud Computing.”

fonte: http://blog.redehost.com.br/ (nosso fornecedor de hosting no Brasil)

Olho no prato!!!

“…aluguei um cloud server com a empresa server media e na hora de fazer a cobrança o atendimento foi muito ágil e prestativo me enviaram um email no dia 29/03 confirmando que receberam o pagamento e desde então sumiram, já tentei contato por telefone mais não atendem, enviei diversos tickts de reclamação e nenhuma resposta!! no site da empresa www.servermedia.com.br consta que tem suporte 24hrs o que é propaganda enganosa pois nunca me respondem nem no chat nem por telefone ou ticket o que esta caracterizando como estelionato !!fica aqui o alerta para que mais pessoas não sejam enganado por esta empresa!! á uma semana atrás 22/04 consegui contato com o sr Vinicius Sanchez responsável pela empresa que prometeu devolver o dinheiro e até hoje dia 28/04 não cumpriu com suas promessas…”

fonte: http://denuncio.com.br

Processo de Liberação de domínios

Domínios em processo de liberação terão como resultado da pesquisa, uma das seguintes mensagens:

  • “Domínio não pode ser registrado por estar aguardando o início do processo de liberação”.
  • “Domínio disponível para registro. Processo de liberação de <data e hora inicial> a <data e hora final>”.

A interface de verificação de disponibilidade de domínios somente informará que existem tickets para um domínio em processo de liberação caso este possua mais de um candidato. Ou seja, se o domínio XYZ.COM.BR possuir apenas a empresa XYZ Ltda como candidata, uma consulta a XYZ.COM.BR não informará que já existe um ticket emitido para o mesmo.

As candidaturas ao nome de domínio deverão ser feitas no intervalo entre <data e hora inicial> e <data e hora final>. Expirado o prazo previsto para o final do processo de liberação, não serão aceitos novos pedidos até que a lista de pedidos existentes seja processada.

Para se candidatar a um nome de domínio, deve-se solicitar o registro do mesmo, seguindo as instruções em Cadastrando novos domínios. Quando necessário, serão geradas pendências de documentação e/ou DNS com os seguintes prazos para resolução:

  • pendências de documentação: <data e hora final> + 30 dias
  • pendências de DNS: + 14 dias

No ato da candidatura a um nome de domínio o requerente poderá informar que possui algum diferencial para requerer o registro que se encontra no processo de liberação.

As condições para utilização dessa opção são:

  • a entidade inscrita no processo de liberação deve deter o certificado de registro da marca, concedido pelo INPI, idêntico ao nome de domínio solicitado;
  • o nome de domínio solicitado deve ser idêntico à(s) palavra( s) ou expressão(ões) utilizada(s) no nome empresarial da entidade para distinguí-la, sendo facultada a adição do uso do caractere do objeto ou atividade da entidade. Para essa opção a palavra ou expressão não pode ser de caráter genérico, descritivo, comum, indicação geográfica ou cores e, caso a entidade detenha em seu nome empresarial mais de uma expressão para distinguí-la, o nome de domínio deverá ser idêntico ao conjunto delas e não apenas a uma das expressões isoladamente. Essa entidade deverá comprovar que se utiliza deste nome empresarial há mais de 30 (trinta) meses;

Para isso o requerente deverá acionar a opção onde constará a seguinte mensagem no ticket emitido: “A entidade possui o registro de marca ou nome empresarial correspondente a este nome de domínio”.

ATENÇÃO: Essa opção deve ser exercida com responsabilidade, podendo ser utilizada somente se o requerente possuir um desses requisitos, posto que, se comprovado abuso ou falsa declaração, o requerente será responsabilizado por tal ato e, ainda, poderá ser prejudicado em demais candidaturas.

É permitida a candidatura a 20 nomes diferentes por entidade, conforme documentado em Esclarecimentos para emissão de novos tickets.

Ao final do processo de liberação em <data e hora final>:

  • os nomes que não tiverem candidatos serão liberados para registro de quem chegar primeiro;
  • os nomes que tiverem apenas um candidato serão a ele atribuídos, desde que solucione as demais pendências, caso existam;
  • os nomes que tiverem dois ou mais candidatos, NÃO serão liberados e ficarão aguardando o próximo processo de liberação. Nestes casos, se houver único requerente com diferencial declaratório, este será notificado, via endereço eletrônico, para apresentar os documentos comprobatórios. Após essa comprovação, o registro do domínio poderá ser atribuído a ele.

Não sendo possível liberar o registro de um domínio pelas regras anteriormente expostas, o domínio voltará a participar dos próximos processos de liberação.

O domínio que participe de mais de 6 (seis) processos de liberação consecutivos sem que seja possível a sua liberação para registro, será excluído do processo e reservado pelo CGI.br por prazo indeterminado, para posterior deliberação.

O REGISTRO.br pode reservar a si, sempre, nomes que participaram sem sucesso do processo de liberação e que, por algum motivo, são considerados de interesse à operação da Internet brasileira.

O prazo para se candidatar é de 15 dias, a contar do início do processo de liberação.

Clique aqui para visualizar a lista de domínios do processo de liberação do período de 05/06/2010 15:00 a 20/06/2010 15:00.

fonte: http://registro.br