Como rejeitar links de outras páginas?

O Google não gosta de sites e blogs que tentem manipular os resultados das buscas utilizando técnicas proibidas.

Podemos ver os links que apontam a nossa página acessando nas ferramentas para webmasters de google:

Apois analisar os backlinks do nosso site, podemos solicitar do Google que desestime aqueles domínios que podem estar nos penalizando. Vamos ver então o que diz Google que temos que fazer.

 

Repudiar Backlinks
Repudiar Backlinks

REPUDIAR BACKLINKS

Este é um processo de duas etapas. Depois de baixar uma lista de links para seu site (ver passo anterior), você precisa criar um arquivo contendo apenas os links que deseja negar, e enviar este para o Google.

  • Ferramentas para webmasters > Tráfego de pesquisa > Links para o seu site
  • Clika em Mais (Se você clicar em  Baixar últimas ligações , você verá datas também)
  • Você vai baixar um arquivo contendo todas as páginas com links para seu site.
  •  Use-o para criar um arquivo de texto contendo apenas os links que deseja repudiar (o tipo de arquivo deve ser. Txt e deve ser codificados em UTF-8 ou 7-bit ASCII)
  • Faça up-load do arquivo.

Ver informação em Inglês de Rejeitar Links 

Nota: Ao olhar para os links para seu site em ferramentas para webmasters, você tem que verificar o www e da versão não vww do seu domínio em sua conta de Webmaster. Para o Google, são completamente diferentes.

Celular modular, dura mais e gera menos lixo eletrônico

Em setembro de 2013, o jovem holandês Dave Hakkens lançou para o mundo sua ideia de como seria um telefone que não precisasse ser jogado fora tão rapidamente. Inteligente e sustentável, o Phonebloks é um celular modular, constituído de várias peças separadas. Se a tela rachasse, ela seria facilmente substituída por uma nova, sem que o aparelho precisasse ir todo para o lixo.

A ideia é show de bola!!!

Todos os dias, jogamos milhares de aparelhos eletrônicos no lixo!

Fonte: http://gentequecooperacresce.com.br/

Porta 25, porta 587, k d meu SMTP?

Apareceu nos meios especializados, mas ninguém prestou atenção!

“Brasil fecha porta 25 para sair de lista negra de envio de spam” ( + info)

Para quem é usuário, é moleza, mas para quem tem servidores e um mercado internacional, foi um susto!  error 421 porta 25 fechada!

A nova porta no Brasil para os servidores de saída de correio é a 587. Obrigado, Ana Paula Lobo pelo seu post, foi salvador!

33% dos eleitores tem Facebook!

Brasil é 2º país com mais usuários no Facebook, diz relatório do Socialbakers.
Segundo relatório do site Socialbakers, que acompanha o tráfego na rede social, a base de usuários brasileiros ativos na plataforma é de 46 milhões de cadastrados e aparece na frente da Índia (45 milhões) e atrás apenas do líder, Estados Unidos, com 157 milhões afirma que país, com 46 milhões de cadastrados, ultrapassou a Índia.

Em 2010, estavam aptos a votar 135.804.433 eleitores enquanto, até o dia 30 de abril, o número do eleitorado tinha subido 138.242.323, 1,79% a mais do que no último pleito, quando foram escolhidos presidente, governadores, senadores e deputados.

Veja-mos, então.
População com facebook: 46.000.000.
Número de eleitores no Brasil: 138.000.000

Um 33% dos eleitores brasileiros tem facebook!!!

Site para Prefeito | Site para Vereador

Artes gráficas para a campanha eleitoral R$150

Alguns clientes tem gostado das nossas artes gráficas para internet, e tem nos encomendado melhorar sua imagem de campanha.

Nessa direção, a JMT lança um novo serviço de “emergência” para aqueles candidatos que estão descontentes com a imagem final da gráfica e querem melhorar sua imagem ou simplesmente porque ainda não tem as artes gráficas e quer fazer com urgência.

Para realizar suas artes, so precisamos de uma foto sua e seu nome, número de campanha e legenda. Assim bem fácil!

Entre en contato aqui para solicitar mais informações.

Santinho – Panfleto
Botão de campanha
Capa para facebook
Adesivo de campanha

Site para Prefeito | Site para Vereador

Simples e bom, como um ovo frito!

É possivel levar para frente uma campanha eleitoral na internet

sem financiamento?

As veces escolher é fácil!
As veces escolher é fácil!

É simples, é só seguir três passos.

Crie seu site com WordPress

Desenhe e publique seu site com wordpress.com.
Com este sistema é possível administrar textos, fotos, documentos, downloads, permitindo assim construir seu site, sem necessidade de conhecimentos técnicos.

Crie seu Blog na Internet
Desenhe e publique seu blog en função da imagem do seu site com a intenção de debater e propor soluções para a realidade social e política da sua comunidade. Ter um blog não é apenas uma moda passageira, é uma nova forma de ver a internet e permitir que qualquer cidadão se torne
um repórter, jornalista, expert em qualquer coisa.

Seu perfil nas Redes Sociais
Desenhe publique seu perfil público nas principais redes sociais: Facebook, Twitter, Flick e Youtube.

5 dicas para escolher um SEO

Aqui está um guia com cinco pontos importantes para serem levados em consideração na hora de contratar uma empresa especializada em SEO.

5 dicas para escolher um SEO
5 dicas para escolher um SEO

Primeiro sinal: Promessas que são boas demais para ser verdade
Tome muito cuidado com empresas que garantem primeira posição no resultado dos buscadores . O próprio Google adverte no seu guia de marketing de busca que ninguém pode garantir primeira posição no Google. Existem ainda empresas que prometem esse resultado em 30 dias! As empresas mais sérias do ramo não fazem esse tipo de apelo ou qualquer outra promessa que parece boa demais para ser verdade.

Segundo sinal: Uso de técnicas de “segunda mão”
Para conseguir posicionar o site de uma empresa nas primeiras posições, algumas empresas utilizam técnicas para enganar os mecanismos de busca, práticas não recomendadas pelo Google, que podem afetar a longo prazo, a sua empresa. Técnicas “destrutivas” como lotar as páginas com palavras chaves, sem a intenção de criar conteúdo de valor para os usuários ou usar textos “invisíveis” Palavras brancas sobre o fundo branco são alguns exemplos dessas técnicas de “segunda mão” que podem resultar em uma penalização e prejudicar a reputação das empresa.

Terceiro sinal: Direcionar tráfego irrelevante para os sites
Uma melhora no posicionamento do site ou aumento do fluxo de visitantes não representam necessariamente o sucesso da estratégia de SEO. Para avaliar se a empresa foi realmente eficaz você precisa verificar quanto, de fato, o trabalho de SEO gerou mais negócios. Algumas métricas interessantes que deveriam ser levadas em consideração seriam a geração de novos leads, vendas, taxa de conversão do site e até mesmo o tempo que o usuário gasta no site.

Quarto sinal: Criar conteúdos de baixa qualidade
Quando se trata de SEO, criar conteúdo relevante e útil para os leitores é essencial para se ter um bom resultado. Algumas consultorias não profissionais podem recomendar algumas práticas como copiar conteúdo de sites bem posicionados, postar comentários falsos de clientes supostamente satisfeitos ou criar conteúdo exclusivamente com palavras – chave repetidas. Especialistas apontam que devemos evitar esse tipo de empresa para o bom andamento dos negócios.

Quinto Sinal: Oferecer um serviço único, sem manutenção
Tenha em mente que o SEO não é um projeto pontual e sim um processo contínuo. O conteúdo deve ser constantemente atualizado e as estratégias modificadas de acordo com a tendência de mercado e métricas de performance. Inclusive, os mecanismos dos buscadores têm seus algoritmos constantemente modificados, gerando flutuações no posicionamento dos sites.

É necessário que a sua empresa tenha um relacionamento de longo prazo, uma boa comunicação e comprometimento com a empresa que presta consultoria em SEO para você. Se você não estiver conseguindo ter esse tipo de abertura, creio que está na hora de procurar um novo parceiro.

Fotne: Renata Eiko

Empresas de internet decretam o fim do currículo no Brasil

Seguindo a tendência mundial, companhias brasileiras passam a utilizar, cada vez mais, um único critério em seus processos seletivos: a presença na web.

Será o fim dos CV?
Será o fim dos CV?

Pouco mais de um ano atrás, o estudante de sistemas de informação Estevão Mascarenhas, então com 19 anos, passou por uma situação curiosa. Ele começou a interagir nas redes sociais, sem saber, com seu futuro patrão. No fim de 2010, Horácio Poblete, presidente da startup Ledface, começou a seguir o jovem no Twitter por indicação de amigos – que, por sua vez, não tinham qualquer ligação direta com o universitário. Empregador e funcionário em potencial começaram a discutir empreendedorismo pela rede de microblogs, até que Horácio tivesse intimidade o suficiente para solicitar a Estevão que o adicionasse em seu Facebook. Depois de três meses de observação virtual intensa, o executivo finalmente se convenceu de que o estudante era um profissional que, além de qualificado tecnicamente, identificava-se com os valores da empresa. A proposta veio em seguida. Estevão largou a faculdade na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), em Minas Gerais, e mudou-se para Campinas, em São Paulo, de emprego novo, sem ter enviado ao menos um currículo.

Casos como esse são cada vez mais comuns no país. Não chega a ser novidade que as companhias ‘bisbilhotem’ os candidatos nas redes sociais antes de chama-los para entrevistas. De acordo com uma pesquisa da empresa de recrutamento americana Robert Half, 63% das companhias brasileiras consultam perfis de candidatos nas redes de relacionamento. Mas até então esse procedimento era complementar. “No final, os recrutadores cruzavam os dados do currículo, as impressões da entrevista formal e as individualidades dos candidatos com base em suas informações de perfis na web”, explica Bernardo Entschev, CEO da recrutadora de executivos De Bernt Entschev. Hoje, no entanto, já existem empregadores – ao menos no caso de grupos que trabalham diretamente com tecnologia da informação – que vão além. Elas ousam dispensar completamente o currículo. A ideia é analisar, não só a capacidade técnica, mas também valores, o nível cultural e a intimidade do candidato com a internet e sua popularidade apenas por intermédio de suas pegadas na web.

No Brasil, o processo é, por enquanto, restrito a empresas focadas no mundo digital, sobretudo para vagas de estrategistas de mídias sociais. Nos Estados Unidos, porém, até o mercado financeiro adotou a nova política. Recentemente, a empresa de capital de risco Union Square Ventures – que já investiu em pesos pesados da internet como Twitter, Foursquare e Zynga – pediu que os candidatos a uma vaga de analista de investimentos enviassem apenas links que representassem sua interação na web, como contas no Twitter ou no Tumblr.

A rede social LinkedIn é a escolha mais óbvia para o recrutamento via rede social justamente porque já contém uma espécie de currículo embutido. Contudo, não é este histórico profissional o ponto forte dela, dizem os especialistas. O que os recrutadores buscam é saber com com quem o candidato está conectado, quantas recomendações ele tem de pessoas influentes e se participa ativamente de grupos e discussões relacionadas à vaga que pleiteia. “Além de LinkedIn, costumo pedir a URL de algum agregador de todos os perfis do candidato em redes sociais, como Twitter, Facebook e Tumblr, para que possa analisar a presença online dele”, diz Alexandre Inagaki, especialista que presta consultoria em mídias sociais para clientes como Bradesco e Coca-Cola. Inagaki explica que, a partir das URLs de referência, consegue analisar, além da rede de contatos, a bagagem cultural, a capacidade de produzir conteúdos originais de qualidade e a performance do candidato na hora de adaptá-los a diferentes linguagens. “Contrato pessoas residentes em qualquer lugar do país”, completa.

Na startup GetNinjas, uma espécie de Mercado Livre para serviços, todos os candidatos precisam ter a “internet na veia”; mesmo que não estejam concorrendo a uma vaga para analista de mídias sociais. O presidente da empresa, Eduardo L’Hotellier, instalou um plug-in chamado Rapportive em seu e-mail que ‘denuncia’ os candidatos com base na forma como interagem nas redes sociais. No último processo seletivo para estagiário de marketing, em que os candidatos foram requisitados a enviar os perfis no LinkedIn, o empresário eliminou diversos interessados observando apenas seus últimos tweets (textos postados no Twitter).

Os processos seletivos na agência de publicidade focada em mídias sociais It’s digital são ainda mais inusitados. “Muitas vezes, pedimos apenas os dados de contato e fazemos uma pergunta aberta, como, por exemplo, ‘o que você tem feito de interessante?’ ou ‘você tem algum projeto paralelo?’. Com uma pergunta tão aberta, as pessoas acabam deixando os chavões de lado, e trazendo informações mais ricas para nós”, explica o diretor da agência, Lucas Couto.

Por Beatriz Ferrari (veja.com)